mui ta
com
mui
ta
c a l m a
muit a
m uita
a
gente
soerga
niz
a
senão, vira poema
se não é
sempre
não
como posso
estar vivo?
posso ser humano
daqui um ano
ou pode um ano
me ser humano
existe saída onde
não existem portas
igual no vento
não ver formas
quem sou eu
afrente de mim?
quem sou eu
diante do mundo?
cara que passa.
carapaça?
cara heterogênea
ao mundo
o mundo é abstrato
o corpo é disfarce