Riscos cândidos cingiram-se
ao chão enquanto xaxados, desbravados por luz, se arrastavam como o mar. Espero
ser como o mar, debruçando-me forte até chegar, cortês, de encontro ao teu
dedão. E aí, então, na expectativa de escassez, súbito retorno – aprumando o
topete com cristas pra vir te refrescar de novo – “Ó, Mar”.
